Sala Ambiente
Fundamentos do Direito à Educação

Sala Ambiente
Fundamentos do Direito à Educação

Item Anterior Página Inicial Próximo Item
     
   

Referências

Unidade I

ARAPIRACA, J. O. A Usaid e a educação brasileira: um estudo a partir de uma abordagem crítica da teoria do capital humano. São Paulo: Autores Associados: Cortez, 1982. (Coleção Educação Contemporânea. Série Memória da educação)

AZEVEDO, J.  O Estado, a política educacional e a regulação do setor educação no Brasil: uma abordagem histórica. In: FERREIRA, N. S. C.; AGUIAR, M. A. da S. orgs). Gestão da educação: impasses, perspectivas e compromissos. São Paulo: Cortez, 2004.

BOBBIO, N. Direitos humanos. In: BOBBIO, N; MATTEUCCI, N; PASQUINO, G (orgs.). Dicionário de política. vol. 1. Brasília: EdUnb, 1992.

CASTRO, C. de M. Desenvolvimento econômico, educação e educabilidade. 2 ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1976.

COMPARATO, F. K. Comentário ao artigo 1o da Declaração Universal dos Direitos Humanos. 50 Anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos - conquistas e desafios. Brasília: p. 29-36, 1999.

COUTINHO, C. N. A democracia como valor universal. São Paulo: Ciências Humanas, 1980. Mais informações clique aqui.

CURY, C. R. J. O direito à  educação: um campo de atuação do gestor. Brasília: Ministério da Educação, 2006.

FRIGOTTO, G. Educação e a crise do capitalismo real. São Paulo: Cortez, 1995.

HARBISON, F. Educação, mão-de-obra e crescimento econômico; estratégia do desenvolvimento dos recursos humanos. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1965.

HOBSBAWM, E. Mundos do trabalho. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1987.

MARSHALL, T. H. Cidadania, classe social e status. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.

ROSSI, W. G. Capitalismo e educação: contribuição ao estudo crítico da economia da educação capitalista. São Paulo: Moraes, 1978.

SCHULTZ, T. W. O capital humano: investimentos em educação e pesquisa. Rio de Janeiro: Zahar, 1973.

SCHULTZ, T. W. O valor econômico da educação. Rio de Janeiro: Zahar, 1963.


 

Unidade II

ARROYO, M. G. Secretaria de Educação Básica (org.). Os educandos, seus direitos e o currículo: documento em versão preliminar, 2006.

BONAMINO, A.; MARTÍNEZ, S. A. Diretrizes e Parâmetros Curriculares Nacionais para o ensino fundamental: a participação das instâncias políticas do Estado. Educação & Sociedade. vol. 23. no 80. p. 368-385. Campinas: set., 2002.

BOURDIEU, P.; PASSERON, J.-C. Les héritiers: les étudiants et la culture. Paris: Éditions de Minuit, 1984.

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Conselho Nacional de Educação. Câmara da Educação Básica. Resolução no 2, de 7 abril de 1998. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental. Diário Oficial da União. Brasília: 15 abr. 1998a.

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Parecer CEB no 4/98. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental. Brasília: MEC/CNE, 1998b.

BRUNER, J. A cultura da educação. Porto Alegre: ArtMed, 2001.

CHARLOT, B. (org.) Os jovens e o saber: perspectivas mundiais. Porto Alegre: ArtMed, 2001.

CHARLOT, B. Du rapport au savoir: elements pour une théorie. Paris: Anthropos, 1997.

CHAUÍ, M. A Universidade pública sob nova perspectiva. Revista Brasileira de Educação. no 24. p. 5-15. set/out/nov/dez, 2003.

CURY, C. R. J. A Educação Básica no Brasil. Educação & Sociedade. vol. 23. no 80. p. 168-200. Campinas: set., 2002.

DUBET, F.; MARTUCCELLI, D. À l’école: Sociologie de l’expérience scolaire. Paris: Seuil, 1996.

FORQUIN, J.-C. Escola e cultura: as bases sociais e epistemológicas do conhecimento escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993 (Publicação original em francês, 1990).

FORQUIN, J.-C. La pédagogie, la culture et la raison: variations sur un thème d’Ernest Gellner. In: Revue Française de Pédagogie. Culture et éducation: Colloque en hommage à Jean-Claude Forquin, no 135, p. 131-144, avril/mai/juin, 2001.

FRIGOTTO, G. A produtividade da escola improdutiva: um (re)exame das relações entre educação e estrutura econômico-social e capitalista. São Paulo: Cortez, 1986.

GENTILI, P. A falsificação do consenso: simulacro e imposição na reforma educacional do neoliberalismo. Petrópolis: Vozes, 1998.

GIROUX, H. A.; McLAREN, P. Formação do professor como uma contra-esfera pública: a pedagogia radical como uma forma de política cultural. In: MOREIRA, A. F.; SILVA, T. T. (orgs.). Currículo, cultura e sociedade. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2002. p. 125-154.

ISAMBERT-JAMATI, V. Les saviors scolaires: enjeux sociaux des contenus d’enseignement et de leurs réformes. Paris: Éditions universitaires, 1990.

MOREIRA, A. F. B. Currículos e programas no Brasil. 10 ed. Campinas: Papirus, 2003.

MOREIRA, A. F. B.; CANDAU, V. M. Currículo, conhecimento e cultura: Documento em versão preliminar. Secretaria de Educação Básica. 2006.

MOREIRA, A. F. B.; CANDAU, V. M. Educação escolar e cultura(s): construindo caminhos. Revista Brasileira de Educação no 23, p. 156-168, 2003.

MOREIRA, A. F. B.; SILVA, T. T. Sociologia e teoria crítica do currículo: uma introdução. In: MOREIRA, A. F.; SILVA, T. T. (orgs). Currículo, cultura e sociedade. 6 ed. p. 7-37. São Paulo: Cortez (1994), 2002.

SAVIANI, D. O legado educacional do “longo século XX” brasileiro. In: SAVIANI, D. et. al. O legado educacional do século XX no Brasil. p. 9-58. Campinas: Autores Associados, 2004.

SILVA, T. T. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.

SILVA, T. T. O que produz e o que reproduz em educação: ensaios de sociologia da educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.

TERIGI, F. Curriculum: itinerários para aprehender un territorio. Buenos Aires: Santillana, 1999.

VERRET, M. Le temps des études. Paris: Paris V/H. Champion, 1975 (Tese de doutorado).

YOUNG, M. Les programmes scolaires consideres du point de vue de la sociologie de la connaissance (1973). In: FORQUIN, J.-C. (org.) Les sociologues de l’éducation américain et britanniques: présentation et choix des textes. Paris, Bruxelles: De Boeck Université/INRP, p. 173-199, 1997.